Des Nouvelles

Blog de l'Alliance Française de Natal, Brésil

Compagnie Théâtre des Hommes na festa da Francofonia

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Abrindo as comemorações do mês da Francofonia, a Aliança Francesa de Natal recebe, nesta quarta-feira 13 de março, às 19h, a atriz e diretora Layla Metssitane para um agradável bate-papo em volta da poesia e da francofonia.

No dia 14 a atriz marroquina retorna ao palco do nosso auditório com a peça « Stupeur et tremblements », de Amélie Nothomb. O espetáculo é, antes de tudo, o encontro de dois atores, Layla Metssitane e Xavier Carrar, da Compagnie Théâtre des Hommes, assumidamente apaixonados pelos poetas e pelo palco.

Segundo a atriz, esta companhia é. « Uma grande loucura, considerando que fazer teatro hoje em dia é uma luta. Nós fazemos teatro para ir a o encontro de homens e mulheres, de todos os meios, de todas as culturas, de todas as negritudes, de todas as raças . Nosso objetivo é servir aos poetas, autores e levá -los ao público através da cena. »

Uma escolha artística assumida pois a identidade da Companhia Theatre des Hommes é encontrar a melhor adequação entre um texto, um poeta ou um autor defendido e a estrutura que irá levar seu verbo, tanto a nível de parceiros quanto dos locais das apresentações.

A entrada para os dois encontros é gratuita e limitada a lotação do auditório e pode ser levantada até uma hora antes do espetáculo.

 

 

QUEM É Layla Metssitane

Atriz e diretora de origem marroquina. Naturalizada francesa aos 15 anos, participa de um curso de teatro no Centre Dramatique National de Dijon, ministrado por Jacques Fornier. Posteriormente, trabalha sob a direção de personalidades como Anne Delbée, Gabriel Garran, Philippe Adrien, Jacques Vincey, Marcel Bozonnet, Mouss Zouheiry e Xavier Carrar em obras poéticas, clássicas e contemporâneas, como Le Songe d’une nuit d’été de Shakespeare, Partage de Midi de Claudel, Andromaque et Phèdre de Racine, Antigone de Sophocle, Arthur Adamov, Madame de Sade de Y. Mishima.

Em 2006, a companhia Théâtre des Hommes é fundada. Ela realiza a sua primeira peça em palcos nacionais em Fort-de-France em 2007, posteriormente na UNESCO em 2009, entitulada Palabre en négritude em torno de Aimé Césaire e de outros poetas da negritude (Senghor, Damas, Rimbaud, Lautréamont). Esta primeira criação encontra-se desde 2011 nos manuais pedagógicos de francês no programa de BAC (técnico e profissional).

Outra criação poética em torno da obra da poetisa Taslima Nasreen será realizada em 2007 pela companhia sob a direçao de Xavier Carrar, com três atrizes, em três idiomas (incluindo a linguagem dos sinais) em cena.

Em 2010, Layla trabalha com Edgar Morin, sociólogo e filósofo, no contexto de encontro poético sobre o tema de l’Altérité e monta a peça Haute surveillance de Jean Genet em homenagem ao centenário do poeta.
Ela também realiza a adaptação de Temor e Tremor, de Amélie Nothomb (Grand Prix du Roman de l’Académie Française 1999) no Festival d’Avignon 2010 – Coup de coeur du OFF mídia. Trata-se da primeira adaptação da companhia. Uma segunda adaptação é realizada em 2011 durante o Festival d’Avignon 2011 (Spectacle Coup de coeur ARTE-SACD) : Où on va papa ? (Prix Femina 2008) de Jean-Michel Fournier (adaptação de Xavier Carrar) 

Há dois anos atua no cinema e na televisão, na Europa e nos países do Maghreb.

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