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Blog de l'Alliance Française de Natal, Brésil

Victor O traz Revolucion Karibeana a Natal

Verdadeira pérola no panorama da world music, Revolucion Karibeana, trabalho realizado por Joël Jaccoulet, passeia pelo reggae, soul acoustique, slam e tradições antilhanas.

É, antes de mais nada, a crónica de uma revolução própria do artista, para quem “a terra é um paraíso brutal”. Uma vontade e um estilo musical com sonoridades criativas que guardam semelhança comas de um certo Manu Chao.

Através de 14 títulos (e, de bônus, uma interpretação de “Ma Maman m’a dit” de Eugène Mona ) que misturam sonoridades de vanguarda com folclore caribenho, Victor O falada exclusão e da união, do amor e das concessões, da espera por um futuro de sucesso, da vida como ela é vista pela graça e as falhas do humano.

Revolucion Karibeana simboliza a última peça do quebra-cabeça de suas experiências musicais.É, portanto, com total profundidade e honestidade que o artista se expressa com suas músicas “de temperamento”, em um álbum totalmente realizado na Martínica, sua ilha natal.

Aberta para o mundo, a música de Victor O também é a afirmação de uma singularidade:“Este sou eu, um ex-suburbano desgarrado que reencontrou a água da sua fonte”.

Revolucion Karibean ficou entre os mais tocadosnas rádios France Inter e LCI. Victor O participou dos programas “Le FouduRoi” de Stéphane Bern, “SouslesEtoiles” de Serge Levaillant et “Le pontdesartistes” de Isabelle Dhordain com as cantoras Ayo e Lura.

Revolucion Karibean
19 de setembro, 20h
Auditório Patrick Herpin, Aliança Francesa de Natal
Ingressos: R$30 / R$15 (meia) / R$10 (alunos Aliança Francesa)
informações e reservas: info@afrnatal.com | (84) 3222 1558

Quem é Victor O
Victor O é originário da Martinica. Aliás, é lá que se encontram seus raízes musicais e culturais.Raízes que não impediram a abertura musical.Foi na região de Paris, onde cresceu desde o início da adolescência, que se afirmaram os gostos musicais do artista.

Em 1987, integra a American schoolofmodernmusicde Paris.Três anos mais tarde, cria o grupo funcky-caribenho Gonaives e, em 1994, já assinaseu primeiro contrato de coedição sensitivmusic/warner.

Foi assim que realizou, em 1996, o álbum “Pasl’âme d’une dame” de ClémentineCélarié, para o qual compôs a maioria das músicas.Na época,Victor O conta entre seus mentores o músico beninense WalyBadarou, realizador de Joe Cocker, Grace Jones ou de Level 42 e Fela.Em 1998, cria seupróprio selo, Appoloproduction.

Victor O funda, em 2002, o grupo Dafataigazz, uma « experiência musical» vivenciada com seu amigo DJ, Walter Wallace.Experiência de sucesso, já que o grupo logo é propulsado no mundo dos famosos.Em 2003, assina contrato com a Universal édition e o selo Polydor /Universal.

Desde então, Victor O conheceu outros sucessos, inclusive nas Antilhas, quando retomou, em um álbum antológico, uma obra domestre da tradiçãomartinicana, o falecido Eugène Mona.

Durante o mês de novembro de 2008, a primeira obra solo de Victor O revela suas memórias musicais, as de um jovem compositor com uma trajetóriaplural:reggae, rap, pop-rock e tradições antilhanas misturam-se para dar corpo a sonoridades às vezes inéditas.

Mais informações:
MY SPACE http://www.myspace.com/victorospecials

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Cette entrée a été publiée le 2012/09/15 par dans Aliança Francesa de Natal, Música.
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